A cinza resultante da queima do bagaço da cana-de-açúcar, as garrafas de refrigerantes e o óleo de cozinha saturado, três dos resíduos que mais causam prejuízos à natureza, contaminando rios, indo para os lixões ou mesmo espalhados nos quintais, poderão ser aplicados no setor da construção civil, substituindo integralmente o cimento, a areia e até a água. É a conclusão de um projeto de pesquisa do Departamento de Química da Universidade Estadual de Maringá (UEM), em fase de registro de patente.
A novidade foi apresentada durante a 5ª Mostra Tecnológica, realizada em julho no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, um dos eventos paralelos à Feira Metal mecânica, pela coordenadora do estudo, professora doutora Eurica Nogami, que atua na Análise de Traços e Química Ambiental. Ela desenvolve pesquisas com várias misturas para substituir o cimento.
A que mais chamou a atenção de empresários do setor, no entanto, foi a que aproveita as cinzas que resultam da queima do bagaço da cana-de-açúcar, usado na produção de energia elétrica. Eles se mostraram interessados na entrada da nova argamassa no mercado por acreditarem que ela poderá substituir facilmente o concreto tradicional por ter custos bem inferiores ao do produto tradicional.
3 comentários:
olá achei essa matéria super interessante,
uma excelente maneira de diminuir impactos ambientais, super sustentável e inteligente,
abraços
Acho que se cada um fizer um pouco com relação a isso, conseguiremos melhoras nosso meio ambiente. Criei um blog sobre vergonhas do nosso país, falarei sobre politica, destruições do meio ambiente, violência dentre outras vergonhas. Abraço
Adorei esse artigo. é simplesmente sensacional, uma ideia realmente brilhante.
Postar um comentário