domingo, 6 de fevereiro de 2011

CHINA DOMINA OS VENTOS


Quando a China decide apostar em determinado segmento, não dá outra: em pouco tempo, se torna a número 1 do ranking.
por Rosenildo Gomes Ferreira/Revista IstoÉ

Os chineses acabam de ultrapassar os Estados Unidos na corrida pela geração de energia eólica. Os projetos existentes no país asiático somam 41,8 gigawatts (GW), ante os 36,3 gigawatts disponíveis nos EUA. Apenas em 2010, foram adicionados 15,8 GW produzidos pelos ventos à matriz energética chinesa, capacidade semelhante ao da Usina de Itaipu, no Brasil, a segunda maior do mundo. Pelas contas do climatologista Michael McElroy, da Universidade Harvard, nos EUA, esse insumo pode suprir toda a demanda de energia da China, caso sejam investidos US$ 4,6 trilhões no setor, valor equivalente a 76% do Produto Interno Bruto do país. Outras curiosidades sobre o programa chinês de energia limpa:

- 26,5% da energia consumida no país já é gerada por fontes não fósseis: hidrelétricas (22,2%), eólica (3,2%) e nuclear (1,1%)
- US$ 30 bilhões é quanto está sendo  aplicado no parque eólico de Gansu, candidato a se transformar no maior do mundo, com produção de 20 GW 


ORGÂNICOS EM ALTA


Em busca de uma vida mais saudável, um número cada vez maior de pessoas aderem ao consumo de frutas, hortaliças e verduras orgânicas.
por Rosenildo Gomes Ferreira/Revista IstoÉ 

No Brasil, esse setor movimenta R$ 400 milhões por ano, apenas na ponta do varejo. Mas como saber, realmente, se o produto foi cultivado sem o uso de agrotóxico e não contou com  trabalho infantil, como manda a cartilha do setor?

Para tentar disciplinar o segmento, o Ministério da Agricultura criou um selo que vai indicar quem realmente segue os postulados da produção orgânica. Abaixo, alguns números envolvendo um nicho que não para de crescer:


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

ECOLOGIA

Fernando de Noronha digital

Um dos mais completos arquivos iconográficos e cartográficos de Fernando de Noronha agora será disponibilizado no iPad. Trata-se do livro Fernando de Noronha 3°50’S 32º24’W, que, além de materiais históricos dos últimos séculos, conta com vídeos e fotos.Patrocinado pelo Santander, o aplicativo permitirá uma maior discussão sobre o desenvolvimento econômico e humano da região. 

Lixo eletrônico um fim consciente

O mais recente relatório do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) apontou o Brasil como o campeão na produção de lixo eletrônico com 0,5 kg per capita. De olho nisso, a rede varejista C&C Casa e Construção lançou o Mutirão do Lixo Eletrônico. O programa, com duração até janeiro, recolherá equipamentos como telefones celulares, computadores, DVDs, entre outros, na loja Nova Tietê (SP). 

ENERGIA

Ventos sopram a favor 
por Eliane Sobral
Se os países-membros do G-20 avançarem em suas políticas ambientais, o mercado global de energia limpa, que inclui solar, eólica e biomassa, poderá receber uma injeção de investimentos de US$ 2,3 trilhões até 2020. É, pelo menos, o que aponta um levantamento coordenado pela Pew Charitable Trusts, instituição americana sem fins lucrativos. A maior parte dos recursos, cerca de  40%, será direcionada a projetos na China, Índia, Japão e Coreia do Sul. O Brasil poderá receber US$ 8 bilhões anuais.
Energia de estrume
As vacas da fabricante chinesa de laticínios Huishan Dairy estão colaborando com o meio ambiente. O estrume delas está sendo usado para que seja transformado em energia. A  empresa criou o maior conversor de metano do mundo e está utilizando os dejetos de 60 mil de suas 250 mil vacas para gerar 5,66 megawatts, o suficiente para abastecer cerca de 26 mil residências. O equipamento obtém metano fermentando o estrume de vaca e o transforma em energia.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

2011: O ANO DAS FLORESTAS

 As florestas ocupam 31% de todo o território terrestre, mas veem diminuindo anualmente.
Por Revista ISTOE/ Redação da DINHEIRO
De olho nisso, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas. Segundo o órgão, as florestas servem de abrigo para 300 milhões de pessoas e garantem a sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas. A ideia da iniciativa é conscientizar a população de que a preservação é fundamental para o planeta. Acompanhe a seguir outros dados:

- US$ 320 bilhões é o potencial econômico das florestas. Isso, sem que sejam desmatadas
- 13 milhões de hectares são perdidos anualmente. É o equivalente ao tamanho da Inglaterra
- 20% das emissões mundiais de CO2 são ocasionadas pelos desmatamentos ao redor do globo


CIDADES PLANEJADAS

Com o progressivo abandono das áreas rurais, as metrópoles vêm se transformando em lugares inóspitos.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Hoje, elas são vistas como sinônimos de transporte caótico, poluição e insegurança. Uma possível resposta à degradação urbana é a cidade planejada. Só que a nova safra de projetos desse tipo têm como principal apelo a sustentabilidade. 

Desde o uso de energia renovável (solar, por exemplo) até a eliminação do transporte individual.
Uma delas é a Songdo City (ver ilustração) que está sendo construída na Coréia do Sul. 
O projeto é orçado em US$ 35 bilhões e inclui modernas torres comerciais e residenciais, além de uma imensa área verde. Ao lado, outros empreendimentos com a mesma pegada: 


RESÍDUOS

O exemplo Brasileiro
por Rosenildo Gomes Ferreira
A Lei de Resíduos Sólidos poderá colaborar para reduzir drasticamente as emissões de dióxido de carbono (CO2). A estimativa é do Centro de Tecnologia de Embalagem. Hoje, o País produz 200 mil toneladas de lixo por dia, responsáveis pela emissão de 11 milhões de toneladas de CO2. A redução dos descartes pode ter o seguinte impacto:

Energia da reciclagem
O município de Kristianstad, na Suécia, é um dos primeiros do planeta a  reduzir a quase zero o consumo de combustíveis fósseis. Em vez do carvão e do petróleo, os 80 mil habitantes usam detritos para gerar energia. A lista inclui dejetos biológicos, como esterco e tripas de porco, além de óleo de cozinha usado e casca de batata. Eles são processados e produzem o biogás utilizado no sistema de aquecimento dos prédios e para mover a frota de veículos. O projeto, que inclui a usina de incineração, custou US$ 144 milhões.


 
Copyright 2010 Gestão Ambiental. Powered by Blogger
Blogger Templates created by DeluxeTemplates.net
Wordpress by Wpthemescreator
Blogger Showcase